Incontinência urinária feminina: você não está sozinha
Milhões de mulheres vivenciam, muitas vezes em silêncio, a perda involuntária de urina, uma condição que pode afetar significativamente a qualidade de vida, a autoestima e as atividades sociais.
A incontinência urinária pode ocorrer durante esforços como tossir, espirrar, caminhar, correr, pular ou praticar atividades físicas, caracterizando a incontinência urinária de esforço. Também pode estar relacionada à bexiga hiperativa, quando surge uma vontade súbita e intensa de urinar, acompanhada da dificuldade de chegar ao banheiro a tempo.
Fatores como gravidez, parto, menopausa, alterações hormonais, sobrepeso e envelhecimento podem contribuir para o enfraquecimento dos músculos do assoalho pélvico, responsáveis pelo controle da urina.
A boa notícia é que a fisioterapia pélvica é um tratamento eficaz, seguro e não invasivo. Por meio de exercícios específicos, técnicas de conscientização corporal, biofeedback e, quando indicado, eletroestimulação, é possível fortalecer a musculatura pélvica, reduzir as perdas urinárias e recuperar a confiança no dia a dia.
Buscar ajuda profissional é um passo importante para retomar o controle, o bem-estar e a qualidade de vida.